Profissionais familiarizados com a língua, os hábitos e as particularidades do público brasileiro aproximam as famílias da estrutura internacional da companhia desde as primeiras conversas
Atender viajantes brasileiros com proximidade exige mais do que oferecer comunicação em português. A maneira de planejar uma viagem, compartilhar expectativas e conduzir as conversas ao longo do processo também passa por referências culturais, hábitos e formas particulares de relacionamento. Na Benarrivati, essa compreensão levou à criação de uma estrutura dedicada ao mercado brasileiro, conectada às equipes internacionais que participam da construção de cada jornada.
Um mercado com atendimento próprio
A equipe voltada ao Brasil funciona como elo entre as famílias brasileiras e a estrutura internacional da companhia. Desde as primeiras conversas, profissionais familiarizados com esse público ajudam a traduzir não apenas a língua, mas também expectativas, preferências e aspectos práticos que podem influenciar o planejamento.
Questões relacionadas a horários de contato, organização das etapas da viagem e informações necessárias para determinados destinos podem ser conduzidas com maior proximidade, sem exigir que a família adapte constantemente sua comunicação à dinâmica de equipes em outros países.
“Entender o mercado brasileiro faz parte da coerência do modelo que construímos. Se defendemos proximidade, conhecimento e atenção às particularidades de cada destino, precisamos aplicar o mesmo princípio às famílias que atendemos. O Brasil tem sua própria maneira de se relacionar, planejar e viajar, e essa leitura precisa estar presente desde a primeira conversa”, considera Antonella Giancoli.
Uma ponte entre diferentes culturas
Ter profissionais familiarizados com o contexto brasileiro também ajuda a tornar mais fluida a comunicação com as equipes responsáveis pelas diferentes etapas da viagem.
Expressões, expectativas e até maneiras de fazer um pedido nem sempre são interpretadas da mesma forma em culturas distintas. Quando existe alguém capaz de compreender esses códigos e contextualizá-los dentro da operação internacional, o planejamento ganha continuidade e reduz a necessidade de sucessivas explicações.
Essa proximidade se torna especialmente relevante em jornadas que atravessam diferentes destinos e envolvem múltiplos profissionais. Quanto mais complexa é a viagem, maior a importância de manter uma linha de comunicação clara entre a família e quem está organizando sua experiência.
Um relacionamento que continua depois do retorno
A relação com a família também não precisa terminar no momento em que a viagem chega ao fim. O contato posterior permite reunir impressões, compreender como a experiência foi percebida e preservar informações que podem ser relevantes em uma próxima jornada.
Esse acompanhamento contribui para uma relação construída no longo prazo. Em vez de recomeçar a cada nova viagem, a equipe parte de um conhecimento já acumulado sobre preferências, hábitos e expectativas.
Ao manter uma estrutura dedicada ao Brasil dentro de uma operação internacional, a Benarrivati aplica ao relacionamento com seus viajantes o mesmo princípio que orienta sua curadoria: compreender particularidades antes de propor soluções. Nesse modelo, proximidade não significa apenas falar o mesmo idioma, mas conhecer suficientemente bem o interlocutor para que a comunicação aconteça com naturalidade.
Sobre a Benarrivati
Fundada e liderada por Antonella Giancoli, a Benarrivati é uma holding de viagens de alto padrão especializada em desenhar jornadas sob medida pelo solo europeu e africano. Com operação própria e equipes de concierges locais, a companhia elimina intermediários para garantir segurança jurídica, transparência financeira e discrição inegociável em cada etapa da experiência. Pautada pela ética do relacionamento e pela valorização do tempo, a Benarrivati transforma a hospedagem em propriedades privadas em uma forma de preservar memórias e legados familiares.
